terça-feira, agosto 07, 2007

Campo Pequeno - 2 de Agosto

Para esta corrida em Lisboa no Campo Pequeno, escolhemos um antigo forcado, natural de Lisboa e que desde o dia em que pela primeira vez acompanhou o Grupo tem prestado provas da sua amizade, dedicação e entrega ao G.F.A.É. Aqui cresceu, aqui se fez homem e até aqui se acabaria por casar, eis o exemplo de um percurso de vida em torno de um Grupo, do nosso Grupo.

"Foi uma grande e agradável surpresa, o convite que me foi feito, por parte do Manuel Silveira, para redigir a crónica da Corrida do Campo Pequeno (02/08/07).
De facto não estava nada à espera de ser o escolhido, para esta tarefa de tanta responsabilidade, nesta praça, mas é uma honra e um prazer poder fazer uma crónica, de uma corrida do meu Grupo. Desde já os meus mais sinceros agradecimentos ao GFA Évora e em especial ao Manuel Silveira.
Antes de mais, queria apenas relembrar que não sou nenhum crítico tauromáquico, nem cronista. Apenas vou relatar os factos da Corrida, da forma como eu, um antigo elemento do Grupo e Vosso amigo, vi a Corrida.

Lisboa, 2 de Agosto de 2007
Praça de Toiros: Campo Pequeno
Cavaleiros: Sónia Matias
Ana Batista
M. Ribeiro Telles Bastos
Manuel Lupi

Grupos de Forcados: Grupo de Forcados Amadores de Évora
Real Grupo de Forcados Amadores de Moura

Ganadaria: Sommer D’Andrade

A ganadaria, Sommer D’Andrade, enviou um curro bem apresentado e com pesos entre os 500 e 550kg.

O primeiro toiro foi lidado a duo pelas duas Cavaleiras Sónia Matias e Ana Batista. Foi uma lide muito pouco conseguida por parte das duas jovens Cavaleiras.
O segundo toiro foi lidado por o Cavaleiro Manuel Lupi. Uma lide boa, muito positiva. Devido ao êxito da lide, explorou demasiado o toiro e este já veio a “menos” para o forcado.
O terceiro toiro, lidado por o Cavaleiro M. Telles Bastos. Mais uma lide boa com qualidade e muito positiva com o bonito e eficaz cavalo árabe, ferro Coudelaria Nacional.
O quarto toiro foi lidado pela Cavaleira Sónia Matias, mas esta não foi uma noite de êxito e triunfo para a Sónia Matias.
O quinto toiro foi lidado pela Cavaleira Ana Batista, que esteve melhor face à sua primeira lide.
O sexto toiro foi lidado a duo, pelos Cavaleiros M. Telles Bastos e Manuel Lupi. Mais uma vez estes dois Jovens Cavaleiros demonstraram toda a sua qualidade e mesmo a duo foi uma lide muito conseguida.

Quanto às pegas foi da seguinte forma que as vi:

GFA Évora

Toiro: Urracan, 533kg

Cara: Bernardo Patinhas
1ª Ajuda: Diogo Cabral
2ª Ajuda: Francisco Abreu
Guilherme Oliveira
Rabejador: Francisco Alves
3ª Ajuda: Rui Sequeira
Guerra
Nuno Lobo

O experiente Bernardo Patinhas abriu praça. Como sempre, muito elegante e toureiro soube citar e mandar no toiro com um momento de reunião difícil, porque o toiro arrancou bem mas perdeu-se um pouco a meio. Só a experiência do Bernardo, que lhe foi falando, permitiu uma reunião aparentemente fácil, consumando a pega à primeira tentativa. Muito bem, o grupo a ajudar. Foi pena não ter sido uma noite de êxito para o Francisco Alves, que não esteve bem a rabujar este toiro. Mas estamos sempre a aprender com os nossos erros. É importante ter a humildade de os aceitar, levantar a cabeça e batalhar para ter a oportunidade de corrigir esses erros.


Toiro: Impostor, 508kg

Cara: Gonçalo Pires
1ª Ajuda: Miguel Cabral
2ª Ajuda: Francisco Abreu
Guilherme Oliveira
Rabejador: Manuel Rovisco
3ª Ajuda: Vasco Costa
Diogo Cabral
Gonçalo Pimentel
O Gonçalo esteve muito bem. Não teve hipótese de mandar no toiro pois o toiro já estava muito desgastado fisicamente e já só caminhava junto às tábuas. Quando investiu, pareceu uma investida como que em fuga. O Gonçalo reuniu bem com o toiro e ainda aguentou alguns derrotes, consumando a pega à primeira tentativa. O restante grupo esteve bem a ajudar.

Toiro: Flamenco, 526kg

Cara: José Pereira
1ª Ajuda: Diogo Cabral
2ª Ajuda: Francisco Abreu
Guilherme Oliveira
Rabejador: Manuel Rovisco
3ª Ajuda: Miguel Cabral
Gonçalo Pimentel
Guerra

Gostei muito de ver o Zé, muito bem em praça, muito bem a citar e a mandar no toiro com garra e a saber perfeitamente o que estava a fazer e o que tinha de fazer. Um muito bom momento de reunião e depois a fechar-se também muito bem à primeira tentativa. Mais uma vez o grupo esteve muito bem e coeso nas ajudas.


Real GFA Moura
O Grupo de Moura concretizou as pegas da seguinte forma: primeiro toiro à 2ª tentativa, o segundo à 1ª e o terceiro à 2ª.
As rápidas e sinceras melhoras para um ajuda que saiu um pouco combalido.
Para finalizar e em modo de conclusão, queria felicitar o GFA Évora pelo êxito enorme que alcançou no Campo Pequeno e pelo excelente momento de forma que atravessa.
Que as boas actuações e êxitos continuem por todas as praças de toiros do País.
Um forte abraço para todos os actuais elementos do Grupo e também antigos elementos.
Pelo Grupo de Évora…venha vinho.

Francisco Duarte"

quinta-feira, agosto 02, 2007

Alcáçovas 28/7/2007

Para a crónica desta corrida foi escolhido um filho da terra, antigo forcado do nosso Grupo de grande gabarito e galhardia, irmão do actual Cabo e recém casado.

"A pedido do Manel Silveira (Ouriço) calhou-me a mim a tarefa árdua de redigir a crónica da corrida das Alcáçovas, corrida essa que representa muito para mim e para toda a minha família pois é a nossa terra, fardamo-nos no monte e há sempre festarola, desde já endereço agradeço o convite que aceitei com muito apreço.
Passado um ano de interregno o GFAE voltou a uma praça e a uma terra que muitas recordações traz ao grupo. Não sei precisar mas as Alcáçovas já fazem parte do calendário taurino do GFAE à cerca de 15 anos. Ali se iniciaram muitos forcados, pegaram-se pela primeira vez alguns toiros (o meu caso é um desses dia 27 de Julho de 1996).
Esta corrida é também sobejamente conhecida pelas “Festas” no Monte da Courela, festas essas que muitas vezes duraram até à garraiada do dia seguinte e de onde saíram estórias inesquecíveis. Os meus pais sempre adoraram a presença do nosso grupo na Courela, daí nos proporcionarem sempre jantares divertidíssimos, onde acabávamos por ficar até de manhã na alpendorada a “pegar toiros”.
Este ano mais uma vez voltámos a jantar no monte apesar dos meu pais estarem ausentes penso que tudo correu pelo melhor e que a voltámos a ter festa da grande, até porque graças a Deus a corrida correu bem e mais importante ainda ninguém se aleijou.
Passando para a crónica da corrida propriamente dita, o cartel era composto pelos cavaleiros Luís Rouxinol, Francisco Núncio (a jogar em casa) e António Maria Brito Paes, Grupo de Forcados Amadores de Montemor e Évora para pegarem um curro de 6 Núncios.
Quanto aos cavaleiros a minha pouca cultura neste campo impede-me de fazer uma crónica mais aprofundada. A meu ver Luís Rouxinol foi que melhor se mostrou sendo também ele quem neste momento está melhor montado. Fez duas lides muito semelhantes entreteve o publico e não foi maçador na hora de cravar mais ferros.
Francisco Núncio teve uma actuação ao seu estilo. Mais sóbrio calhou-lhe também o pior lote de toiros (não sendo mau) mas a jogar em casa ainda ouviu bastantes palmas.
António Brito Paes, teve uma noite menos conseguida principalmente no seu segundo toiro.
Quanto às nossas pegas e isso é o que interessa.
Para o primeiro toiro o meu irmão escolheu o Ricardo Casas-Novas que com todo o seu saber realizou uma pega fácil onde fez tudo bem. Gostei muito de vê-lo pois atravessou um longo calvário por lesão e folgo em ver que continua com a mesma garra. Neste toiro evidenciou-se ainda um jovem, Miguel Saturnino com uma excelente primeira ajuda plena de querer e de sitio.
Para o segundo toiro foi escolhido o Nuno Lobo, vulgo Gafanhoto. Ele que agora está mais virado para outras “posições” não quer deixar morrer o bichinho de pegar um toiro de caras. Acho que é de louvar esta atitude até porque pegar um toiro volta e meia ajuda muito um ajuda a entender melhor os comportamentos de um toiro. Fez uma pega fácil à primeira demonstrando ao cabo que efectivamente pode ser mais uma boa opção para pegar de caras, e tornando-se cada vez um forcado mais completo, o toiro foi bem ajudado por todo o grupo que deu o “cabedal” ao manifesto.
O Nuno brindou a pega deste toiro à Marta e a mim, um gesto que nos sensibilizou muito. Ele que no nosso casamento estava tão eufórico que decidiu ficar para o segundo dia (mas com mazelas…).
O Faruk decidiu montar a barraquinha tradicional e foi agarrado ao sair do toiro a rabejar, no entanto o desprezo que ele tem pelos bois na hora da saída para mim é uma coisa linda.
Por fim perfilou-se o Jorge Vacas para pegar o ultimo toiro que me pareceu o menos esclarecido. O Jorge que já tinha passado a tarde a azucrinar a cabeça do meu irmão para pegar sempre levou a sua avante. Na primeira tentativa recebe mal o toiro sendo despejado logo no momento da reunião. Fecha a actuação à segunda (e meia) depois de o toiro ter feito um ameaço de arrancar mas no momento da reunião escorrega e volta para trás (o toiro não o forcado). O seu irmão Zé deu-lhe uma boa ajuda assim como o restante grupo.
O Grupo de Montemor pegou os seu toiros correctamente à 2ª , 1ª e 1ª por intermédio dos forcados Frederico Manzarra, Noel Cardozo e António Casimiro respectivamente.
Foi um boa maneira de fechar uma dura tripla de corridas. Com uma corrida confortável que deu para rodar elementos mais novos que acabaram por aproveitar a oportunidade.
Depois rumámos ao Monte da Courela onde nos esperava uma ceia animadíssima, com muitos discursos, e muita diversão. No outro dia ainda houve almoço.
Grande Abraço a todos e que me continuem a encher de orgulho de ter vestido a mesma jaqueta que vocês agora vestem e tão bem defendem.
Pelo Grupo de Évora Venha Vinho
António Rosado"

Entradas 27/7/2007

Cartel:
Toiros dos Herdºs de Cunhal Patrício

Luis Rouxinol
Tito Semedo
Vitor Ribeiro

GFA Évora
GFA Cascais

Pegaram pelo nosso Grupo o João Pedro Oliveira (3ª), o António Moura Dias e o António Alfacinha. Crónica em breve...

segunda-feira, julho 30, 2007

Albufeira - 26 de Julho

Para Comentar esta corrida escolhemos o algarvio mais alentejano de todos sendo simultâneamente o mais algarvio dos alentejanos. Uma antiga glória do nosso Grupo, que por motivos profissionais está hoje em dia radicado em terras mais ao sul... Pelo que achámos pertinente ser ele a comentar esta corrida perto de sua casa!

"Antes de mais quero agradecer a todos os elementos do GFAE. e em especial ao cabo João Pedro Rosado o facto de me proporcionarem a oportunidade de assistir a uma corrida de toiros, mais ainda por me terem oferecido a entrada, por isso torna-se pouco grato da minha parte vir ainda a fazer criticas, mas que conste que valem o que valem e são sempre e só a minha opiniao. No primeiro toiro que coube em sorte ao Manuel Rovisco o grupo não esteve nada bem transmitiu falta de concentração, surpreendido com a velocidade do toiro e alguma apatia para reagir as tentativas que se sucediam, no entanto tenho registar a forma como o Manuel teve as quatro tentativas com o toiro.
No segundo foi para a cara o José Pereira, tem obrigação de fazer muito melhor, o toiro não tinha problema nenhum vinha simplesmente com"pata" e o Pereira adiantou-se e defendeu-se simultaneamente metendo os joelhos nas duas tentativas tendo bastante sorte na segunda, uma palavra para o Carlos Sequeira que mesmo com o cara mal conseguiu ajudar e consequentemente o resto do grupo cumpriu
O ultimo onde Vasco Fernandes fez duas boas tentativas, e transmitiu que faria as que conseguisse pois após a segunda e onde se cortou na cara pegou no barrete e prontificou-se para ir novamente ao toiro, o grupo não esteve nada bem excepto o 1ª (Francisco Abreu) e o Guilherme oliveira, depois Francisco Garcia que muito bem foi da mesma forma para o toiro pois este a semelhança dos outros apenas havia mostrado que vinha a andar, mas não esteve nada bem no momento da recepção pois deu-me a sensação que estava a andar para o toiro e já este tinha arrancado para a investida o que fez que o Francisco lhe passasse por cima. Depois sucederam-se-se duas boas tentativas do Francisco Garcia pena que mais uma vez só o Francisco Abreu e o Guilherme oliveira é que se empenharam. A partir daqui penso que o Francisco Garcia ficou irreconhecível pois com a experiência que tem deveria ter ido para cima do toiro a meia volta. Por fim o Gonçalo Pires decidido e com determinação resolveu numa pega a cesgo com o grupo a carregar o que o Francisco deveria ter feito, esteve aqui tambem determinado e disponível o Carlos Sequeira assim como o grupo, pena ter tardado tanto.

Resumindo, quantos as coisas começam a complicar o grupo terá que reagir, fico da corrida com: As quatro boas tentativas do Rovisco, o mal que o Pereira esteve com o segundo, as seis primeiras do Francisco Abreu (sempre a meter-se lá todo), a raça do Guilherme Oliveira (sempre quis ajudar, valente), o repentismo do Gonçalo Pires e a disponibilidade do grupo na ultima tentativa. Um abraço sorte para o resto da temporada "Venha Vinho, Venha Vinho, ..............." Armando Chouriço

quinta-feira, julho 19, 2007

Évora - Corrida Real

"Corrida Real na Praça de Touros de Évora
No passado dia 13 de Julho do ano de 2007, o Grupo de Forcados Amadores de Évora alcançou mais um êxito a somar a muitos outros, já conseguidos na presente temporada. Perante touros da Ganadaria Rosa Rodrigues, que de forma geral não apresentaram dificuldades para os forcados de ambos os grupos, o GFAE foi o vencedor da votação do júri escolhido pela empresa, para o troféu de melhor forcado em praça. Os touros apresentaram inclusive pouco peso e trapio para a tradição dos últimos anos na praça de Évora, no entanto, é de realçar que não se registaram displicências por parte de nenhum forcado, antes pelo contrário, muito respeito pelo público e pelas jaquetas que envergaram.
Assim, e perante uma praça praticamente esgotada, o cabo João Pedro Rosado escolheu para a tentativa de pegar de caras, o jovem Ricardo Casas Novas. Iniciou o cite dando largas distâncias ao touro, para o que contou com a colaboração do Bernardo Patinhas, que manteve o touro fixo nas tábuas. Quando o forcado entrou nos seus terrenos (local onde se sente mais eficaz e seguro), mandou então no touro, que investiu sem grande velocidade, levando o forcado bem fechado na viagem, sendo este muito bem ajudado pelos restantes elementos do Grupo. Consumada a pega, o forcado deu a volta merecida com o cavaleiro António Ribeiro Telles. No segundo touro, foi para a cara o forcado Ricardo Castelo do Grupo de Forcados de Vila Franca. Iniciou o cite já no médios, procurou os seus terrenos, de onde carregou o touro, que não provocou qualquer dificuldade a uma pega também ela bem ajudada pelo seu grupo. Volta com cavaleiro igualmente merecida.
No terceiro da ordem, foi sobre o jovem Nuno Lobo que recaiu a escolha do nosso Cabo. Sem dúvida que pode ter apresentado alguns sinais de alguma inexperiência, mas deixou claramente indícios que o cabo terá que contar com ele para o futuro, tal a entrega com que se aplicou na pega. Passando ao relato desta, o Nuno foi citando o touro, procurando mantê-lo interessado enquanto foi encurtando terrenos. Não foi muito decidido no carregar, além de se ter calado durante a viagem do touro, razão provável para que o touro no momento da reunião, não tenha entrado franco, o que complicou a pega. Perante esta adversidade, o Nuno no entanto lutou, sem nunca esmorecer, procurando corrigir o lapso ocorrido, tendo faltado talvez que o experiente Rui Sequeira tivesse acreditado, e entrado mais cedo. Realce no entanto, para a tentativa de ajudar do forcado Manuel Silveira, que recuperando rapidamente, não foi no entanto bem sucedido. Na segunda tentativa, o Nuno corrigiu bem alguns dos pormenores falhados no intento anterior, e embora uma vez mais não tenha recebido bem o touro, o grupo reagiu com mais prontidão, com o Bernardo Patinhas e o Manuel Silveira, a demonstrarem bons pormenores. Pena que um lapso do rabejador Francisco Alves no final da pega, após a saída dos restantes elementos, tenha tirado algum brilhantismo à pega. O forcado deu volta, com aplausos fortes no final.O último touro da corrida, embora tenha sofrido a cravagem de um exagerado número de ferros cravados pelos 3 cavaleiros em praça, era sem dúvida o touro da pega. No entanto o forcado de Vila Franca Diogo Pereira não esteve bem com o touro, não se conseguindo fechar à primeira tentativa. Consumou à segunda com o grupo a ajudar de forma correcta.
O júri resolveu atribuir o prémio (várias garrafas de vinho da marca que patrocinou a corrida) para a melhor pega ao forcado Ricardo Casas Novas, Este teve um gesto que traduz a forma de estar do Grupo de Forcados de Évora na festa, pelo que entregou uma das garrafas ao forcado Pedro Castelos, que igualmente efectuou uma bela pega.
De uma forma geral o espectáculo foi agradável, tendo faltado talvez mais 2 touros…
Quanto ao fado, terão que pedir a outro pois só entrei para a praça no inicio das cortesias (após 40 minutos de fado).

Armando M. M. Raimundo*"
*- Antigo elemento do nosso Grupo, com fortes ligações familiares e afectivas ao Grupo de Vila Franca, e também um dos forcados que mais toiros pegou em Évora na história recente.