quinta-feira, outubro 24, 2013

Crónica Corrida Évora
20/10/2013
 
Desafiou-me o Cabo António Alfacinha, a quem agradeço a confiança, para assumir a enorme responsabilidade de redigir a crónica de mais uma Corrida de Toiros com a participação do Grupo de Forcados Amadores de Évora. A responsabilidade tornou-se acrescida considerando estarmos perante um espectáculo realizado na sempre asfixiante e empolgante Capital do Forcado, ou seja, na Cidade que dá nome ao Nosso Grupo. Sim, Nosso, dado que, para quem não me conhece tão bem, refiro rapidamente ter tido a enorme honra de vestir a Jaqueta do GFAE entre 1992 e 2001. Peguei de caras, dei também bastantes ajudas, fiz-me homem e ganhei amizades para a Vida.
Quanto ao espectáculo em si, realço tratar-se da primeira vez que presenciei esta Ganaderia em praça e, não me tendo enchido as medidas quanto à bravura, acabo por me render à apresentação relativamente homogénea, ainda que alguns dos exemplares merecessem "mais cara" para se apresentarem numa Praça tão importante como a de Évora. Nenhum toiro, à excepção do último, terá dado sinais claros de bravura (antes pelo contrário), contudo saliento que todos os cavaleiros tentaram "arrimar-se", sendo que destaco a lide do eterno João Salgueiro, pela experiência que ainda consegue demonstrar e pela forma como deu a volta e cravou ferros emotivos num toiro que "trepava" literalmente pelo estribo acima na reunião. Lamento, ainda assim que, pelo preço médio imposto na bilheteira, tenha o espectador de Corridas de Toiros, numa Praça como Évora, de pagar para ver lides tão irregulares e com tantas diferenças na qualidade entre os toureiros.
Quanto às pegas, comentarei apenas as do GFAE, de forma positivista, dado que os comentários mais técnicos, tal como Vos transmiti a Todos no discurso, devem ser emanados pelo Cabo, em conjunto convosco no defeso (e não só), de forma a que, Todos juntos, cimentem cada vez mais a Vossa Amizade, corrigindo a forma de estar em Praça. A responsabilidade de vestir esta Jaqueta a isso Vos "obriga".
Para a cara do primeiro toiro, da corrida e do lote do Grupo mais velho, saltou previsivelmente o Ricardo Casas Novas, que queria e conseguiu, de forma brilhante e cheia de emoção, pegar o seu último toiro. Segui atentamente o Ricardo, desde as cortesias, notando-lhe uma fortíssima emoção, que contagiou a bancada. O Bimbo fechou-se maravilhosamente na cara de um toiro que ainda achou conseguir-lhe estragar a festa. Não, o Casas Novas determinado e humilde, sim, consumou a sorte que procurou, brindando a Mãe e Pai, ou seja, a quem sempre o acompanhou e lhe "lambeu as feridas". Mereceste o que procuraste, pois na vida e em praça sempre tens conseguido ser determinado e vencedor. Agora vais, de certo, VIVER MELHOR - OLÉ -. 
Para a cara do terceiro da corrida saltou o Matxira (Ricardo Sousa), a quem eu vi, precisamente no final da época há um ano, pegar "com sítio" penso que o último toiro da temporada. Sei tratar-se de um Forcado que não vira a cara à luta, ávido de aprender e que me, na altura, me encheu as medidas. Nesta noite, como referiu o António Alfacinha, não foi a sua noite. Muito bonito a citar, foi perdendo eficácia na colocação em praça, sendo derrotado por duas vezes. Fechou à terceira com garra, mas também com uma importante primeira ajuda. Os toiros e o ambiente, em Évora, não perdoam falhas, mas é aqui que acredito ser a "praça do Matxira", por aquilo que o vi fazer no ano passado. Para o último do Nosso lote, o Cabo escolheu o Dinis Caeiro, cujo acontecimento mais positivo da noite foi a apresentação oficial, à Família GFAE, da sua actual companheira. Destaco, ainda, que, ao contrário do Ricardo Sousa, soube ir ganhando os terrenos certos ao toiro, sendo a sua serenidade a fazê-lo o aspecto que deverá conservar como seu ponto forte. Tenho a certeza que, este ano e pelo que ouvi, o Dinis fez pegas fantásticas, daí ter merecido a enorme responsabilidade de pegar em Évora. Não esmoreçam e tentei transcender os Vossos limites. 
Acrescento ainda ter assistido, desde logo com alguma saudade, à retirada de um forcado das ajudas que conheço desde criança, irmão de um companheiro de fardação. O Kiko Abreu, irmão do Vasco e filho de um Fundador do GFAE, resolveu dedicar-se definitivamente à "rija pega" que encerra a educação de CINCO (!!!) Filhos que, se saírem ao Pai, vão ainda dar-Lhe muitas alegrias no futuro.
Termino referindo ter sido com enorme prazer que Vos acompanhei ao jantar, facto que já não acontecia há algum tempo, ainda que Vos continue a seguir em praça, sempre que possa. Agradeço, para sempre, a forma como fui recebido, as mensagens de boas vindas e o próprio jantar.  Testemunhei um ambiente fantástico, que se deve à forte união que existe entre Vós, muito graças à inquestionável e inteligente liderança do Cabo António Alfacinha, muito bem secundado pelos mais experientes ainda em actividade. Enfim, não é mais do que aquilo que vivi, enquanto me fardei.
Repito algumas das palavras que Vos dirigi ao jantar: 
 - Juntem-se sempre que possam, sejam amigos, respeitem as decisões do Vosso Cabo, oiçam-no, bebam copos juntos e peguem os toiros. -
A maior sorte para sempre !
Pelo Grupo de Évora Venha Vinho, Venha, Venha Vinho, Venha, VENHA VINHO, VENHA, Bota abaixo.
 
Grande Abraço
André Cotrim


 
 

quinta-feira, outubro 10, 2013

Crónica Corrida Vila Franca de Xira
 
 
Corrida comemorativa dos 165 anos da Prestigiada Ganadaria Palha

Praça de Toiros: Vila Franca de Xira

- Data: 5/10/2013 pelas 22.00 horas

- Ganadaria: Palha

- Cavaleiros: Victor Ribeiro, Manuel Telles Bastos e Salgueiro da Costa 

- Grupos de Forcados Amadores:  GFA Évora e GFA Vila Franca

- Assistência: 1\2 casa

 
Foi com muito gosto e afición que no passado dia 5 de Outubro, deslocámos até á emblemática e castiça Praça de Toiros de Vila Franca de Xira para assistir a uma grande corrida de toiros. E digo grande porque esta foi uma corrida para aqueles que se chamam homens de barba rija. Corrida dura, séria e bem apresentada.

Mas tiveram homens a altura, para os enfrentar. Uma noite fria que a emoção aqueceu e que bons momentos de afición, toureiria e valentia nos trousse.

 
No capítulo dos cavaleiros, como não podia deixar de ser, e que esta época nos tem sempre prendado com grandes atuações o Victor Ribeiro esteve enorme, com duas grandes lides. Manuel Telles Bastos ao seu estilo bem e o Salgueiro da Costa um pouco mais por baixo mas regular.

 
Mas vamos ao que interessa e que nos leva as Praças de toiros a maior parte das vezes as pegas:

Pelo grupo de Vila franca pegaram o Márcio Francisco á 1ª, tentativa de cernelha por 3 vezes de João Maria Santos não concretizadas em que resolveram de caras a 1ª e o Ricardo Patusco á 1ª. Pegas boas e rijas.

 
No capítulo do nosso grupo foi uma noite muito agradável e que bem andou o grupo em frente a estes toiros duros, nesta praça tão exigente, que o grupo respondeu com a juventude ao mais alto nível.

 
Para o primeiro o António mandou o Dinis, e que bem soube este aproveitar tamanha responsabilidade, abrir praça nesta corrida frente a um toiro sério, esteve bem com ele o grupo ajudou e concretizou com eficácia a primeira tentativa.

 
Para o segundo saltou o nosso ”Matxira de Sousa”, cheio de vontade e ganas de triunfar, mas não entendeu bem o toiro na primeira tentativa, este arrancou cheio de pata o Ricardo não se conseguiu fechar e ficou inanimado, pata tanta que ele vinha que apanhou o primeiro ajuda Miguel Saturnino e deixou o também inanimado. Momento duro mas que com a valentia que o carateriza, o “Matxira” acordou a malta puxou por ele e vamos ao toiro, um Olé para esta atitude é de atitudes como estas que se fazem os bons forcados. Na segunda tentativa ainda não ia bem em si e não conseguiu consumar, mas a terceira não o deixou fugir, muito bem ajudado por todo o grupo consumou a terceira tentativa.

O Miguel acordou também, apareceu na trincheira um pouco depois e nada de grave aconteceu.

 
Para o nosso terceiro o Guga, mais uma vez mostrou o patamar que quer atingir, o mais alto, tudo bem feito, tudo com calma e após se fechar já não sai mais. Parabéns Guga que agradável é ver-te pegar, com esta maneira de estar e saber andar em praça. O grupo ajudou bem e consumou se á primeira uma grande pega.

 
Todo o grupo está de Parabéns.

 
Estamos a um passo do final da temporada, que as Corridas que faltam corram ainda melhor do que as anteriores.

Sorte.

 
Pelo Grupo de Évora

Venha Vinho, Venha Vinho, Venha Vinho

 
Grande Abraço

Vasco Costa
 
 
 

sexta-feira, setembro 27, 2013

Crónica Corrida Elvas
 
 
CORRIDA em  homenagem aos 30 anos de alternativa de Joaquim Bastinhas a favor da APPACDM de Elvas 
GANADARIA: Maria Guiomar Cortes Moura.
CAVALEIROS: Joaquim Bastinhas , Ana Batista, João moura Caetano, Marcos Tenorio, João Moura JR. 
FORCADOS: G.F.A.Évora:G.F.Académicos de Elvas. 
 
É para mim uma honra e responsabilidade dar vos um pouco do que se passou nesta noite de toiros. 
ELVAS cidade que tantos forcados deu a este grupo nestas festas de S. Mateus estava com praça cheia, cartel de bilhetes esgotados.
Corrida com grandes expectativas com um curro de toiros que  há muito não se via em Elvas, depois da corrida no campo pequeno desta ganadaria.
Toiros com peso, bem apresentados mas com sinais de mansidão nos três primeiros.
A abrir praça forcado João Madeira com o maior toiro da corrida e muito manso , grande pega à 1 tentativa a receber bem o toiro grupo muito bem a ajudar.
A tentar a sorte deste nosso segundo toiro homem da casa Manuel Rovisco, bonito a citar pega à terceira tentativa noite menos conseguida por este forcado que tantas boas tardes e noites nos tem acostumado .
Para o último da noite o forcado Dinis Caeiro à 1 tentativa toiro com bravura grupo esteve muito bem a ajudar.
Para o grupo da casa os Académicos de Elvas concretizou David Barradas à 2 tentativa, Joaquim Guerra à 1 tentativa, Afonso B. Martins à 4 tentativa. 
Uma palavra de agradecimento ao cabo António Alfacinha por a oportunidade de receber na minha casa tão distinto grupo do qual a minha rapaziada ficou de boca aberta olhando a forcadagem a vestir traje de luzes.
Sensação esquisita quando ao entrar no jantar malta a levantar, faz me lembrar algo a que já assisti algumas vezes.
 
 
Venha vinho, venha vinho, venha vinho. Bota abaixo.
 
 
Vasco Abreu.
 


quarta-feira, setembro 18, 2013

Crónica Corrida Campo Pequeno


Praça de Toiros: Campo pequeno
- Data: 5/09/2013 pelas 22.00 horas
- Organização:
Empresa do Campo Pequeno
- Ganadaria: Murteira Grave
- Cavaleiros: António Ribeiro Telles, Pablo Hermoso de Mendoza e Miguel Moura - Grupos de Forcados Amadores:  GFA Lisboa e  GFA Évora.
- Assistência: Praça cheia
 
O Grupo de Forcados Amadores de Évora integrou o cartel, daquela que foi a corrida da presente temporada, que maior afluência levou à nossa primeira praça do Campo Pequeno.
Sem dúvida que era a corrida que trazia maior expectativa ao aficionado, tal não era a promessa da qualidade do Cartel. No entanto, essa expectativa foi defraudada pela mansidão generalizada do curro de touros apresentado. E começando esta minha crónica precisamente pelos touros, permitam-me os atuais elementos do GFAE, que recorde com saudade as corridas que a minha geração teve com esta ganadaria. Era uma ganadaria destinada às grandes pegas, tal não era a bravura, a prontidão, e a forma como se empregavam na lide. Eram corridas duras, sim eram! Mas permitiam perfeitamente patentear quais os grupos de qualidade. Infelizmente nada disso nesta corrida de 5 de setembro se viu, e seguramente que não foi uma noite para recordar. Quero acreditar que tal como referido pelo Ganadeiro Diogo Passanha no final da corrida, brevemente voltaremos a ver as características que tanta fama trouxe a esta ganadaria alentejana.
Os cavaleiros António Ribeiro Telles, Pablo Hermoso de Mendoza e Miguel Moura, pouco puderam tourear perante a mansidão dos seus opositores que perdiam a sua mobilidade ao longo das lides. Esforçaram-se, e no primeiro touro que lidou, apesar de parado, ainda nos foi possível ver a classe toureira da grande figura que é o rejoneador Pablo Hermoso de Mendoza. O cavaleiro Miguel Moura que mesmo assim apanhou os menos maus do lote conseguiu na primeira lide alguns bons apontamentos.
Quanto às pegas, a mansidão e a imobilidade dos touros em nada ajudaram a tarefa dos forcados. Para o primeiro touro do GFAE, o cabo António Alfacinha incumbiu o forcado Gonçalo Pires (Árabe) de ir para a cara. Após uma primeira tentativa não concretizada, conseguiu redimir-se e concretizar uma boa pega à segunda, com alguma dificuldade para os ajudas perante o fugir do touro. Manuel Rovisco foi ao 4º da ordem (segundo do GFAE) e pena foi que na primeira tentativa não se tenha conseguido agarrar. Fez a viagem solto e saiu antes que o primeiro ajuda o pudesse compor. Depois de uma segunda tentativa não consumada, concretiza a pega à 3ª, recuando com o touro a medi-lo, ajudado na perfeição pelo restantes elementos. Finalizou a atuação do GFAE consumando uma boa pega, o forcado João Pedro Oliveira. Correto no site e trazendo o touro para o meio do grupo, mostrou que efetivamente o Cabo pode contar com ele para as importantes corridas que ainda terão pela frente. Os ajudas mostraram o bom momento que atravessam, pelo que quando chamados a intervir, fizeram-no com acerto. O problema é que e bem, são um dos poucos grupos que ainda dá vantagens aos touros. Acredito que com outro tipo de ajudas, algumas das pegas podiam ter sido consumadas em menos tentativas. Mas como se diz, poder podiam, mas não era a mesma coisa.
Quanto ao Grupo de Lisboa com que alternámos na corrida, concretizaram 3 pegas ao primeiro intento tendo sido forcados da cara e pela ordem, Gonçalo Gomes (que se despediu), Daniel Batalha e Manuel Guerreiro.
Termino desejando que continuem o resto da temporada, com o acerto e as boas atuações, num ano em que comemoramos os 50 anos, e num ano que já mostraram e bem o excelente momento que atravessam. Uma última palavra de reconhecimento para o António Alfacinha, pelo excelente trabalho que tem demonstrado à frente dos destinos do nosso GFAE. Se a matéria prima de um grupo é importante, não menos é a forma como um líder o conduz.
 
Um forte abraço deste vosso amigo Armando Raimundo

domingo, setembro 08, 2013

Crónica Novilhada Montemor-o-Novo


Foi no passado dia 31 de Agosto de 2013 que os “Juvenis” do nosso Grupo foram pegar a novilhada em Montemor.

O cartel era composto pelos cavaleiros amadores Luís Rouxinol jr, António Prates, Francisco Núncio, Mara Pimenta e António Núncio, pelos Amadores de Montemor e Évora com novilhos da Herdade do “Poço da Rua”, estavam em disputa os troféus “Espora de Prata” e “Forcado de Prata”, para melhor lide e melhor pega respectivamente.

Em relação aos intervenientes a cavalo não me vou alongar, penso que de uma maneira geral foi uma tarde negativa para todos os cavaleiros amadores.

Quanto à rapaziada das jaquetas das ramagens do GFAE, o Cabo dos Juvenis Francisco Oliveira mandou para o primeiro novilho com cerca de 400kg o Gonçalo Rovisco, foi a 1ª vez que o vi pegar e encheu-me de orgulho ver a maneira com que saltou para a praça e o à vontade que demonstrou, o novilho saiu-lhe um pouco solto mas não perdeu os papéis, marcou-lhe o sitio, aguentou, recuou o suficiente recebeu melhor e enrolou-se que nem uma lapa com uma excelente 1ª ajuda do Bernardo Atalaia que a meu ver deveria ter dado volta com o forcado da cara. Parabéns.

Para o nosso segundo novilho com cerca de 440kg, o Francisco mandou o Afonso Mata e em boa hora o fez porque o nosso “bucha” parecia que ia com pouca vontade e até parecia que ia às compras mas afinal fez uma bela pega, saiu-lhe um pouco solto também (normal nos novilhos), pena que o novilho tenha perdido as mãos a meio da viagem daí não ter sido uma pega muito vistosa, mas o Afonso agarrou-se com unhas e dentes para não mais sair com uma bela 2ª ajuda do João Madeira e um espetacular rabo do nosso pequeno Grande Zé Maria. Parabéns.

No quinto da tarde, já sem contar para as contas do “Forcado de Prata”, o Grupo de Montemor decidiu convidar 4 elementos do nosso grupo, sendo que os cabos fizeram dupla de segundas ajudas. Pega realizada ao segundo intento com uma excelente determinação do forcado da cara Luís Valério dos amadores de Montemor com uma belíssima terceira do nosso “Bira”, dando os dois merecida volta à praça. Muito obrigado aos Amadores de Montemor pelo gesto, ficou mais uma vez demonstrada a camaradagem e amizade que existe há tantos anos entre os nossos Grupos. Olé.

Não podia deixar de realçar os “bonitos” brindes que fizemos, o primeiro ao antigo Cabo dos Amadores de Montemor, João Cortes, pai do meu Eterno Amigo José Maria. Resta-nos recordar todos os grandes momentos vividos com ele, que acredito ser mais uma estrelinha no céu que olha por todos nós, que gostávamos tanto dele. O segundo

brinde foi à empresa “Montemor é praça cheia” composto por antigas glórias dos Amadores de Montemor Paulo Vacas de Carvalho e Simão Comenda.

Em relação aos juvenis de Montemor pegaram Vasco Carolino e Diego Caeiro ambos à primeira tentativa.

António Núncio arrecadou a “Espora de Prata”, quanto a mim bem, porque penso que foi o único cavaleiro que teve alguns ferros bem cravados, conseguindo em escassos momentos chegar ao público.

Diego Caeiro arrecadou o “ Forcado de Prata”. Julgo que este prémio não foi bem atribuído, uma vez que o forcado não mandou, não aguentou e não reuniu bem, tendo ido a viagem toda pendurado na cara do novilho. Assim, este prémio poderia ter sido atribuído a qualquer um dos outros três forcados que pegaram, mas enfim…

Por último, agradeço ao António a oportunidade que me deu de escrever esta crónica. 

Parabéns ao Nosso GFAE pelos 50 anos de História.

Pelo nosso Grupo ergo o meu copo,

Venha vinho, Venha vinho, Venha vinho

António Moura Dias