Passados 12 longínquos anos voltámos a estar anunciados na bonita praça de touros de Póvoa de Varzim, afición vibrante e efusiva, distinta da sulista.
Foi um fim-de-semana de Grupo, a maioria rumou a Norte na véspera para estarmos concentrados e juntos para a corrida de Domingo à tarde, às 5 da tarde, a fatídica hora taurina, imortalizada por Garcia Lorca.
Dia de sol, pouco calor e muito ambiente nesta nortenha praça, corrida variada, seis cavaleiros, idades muito dispersas e estilos de toureio também variados, o ideal para o aficionado. Pegámos com os Amadores de Alcochete, que não tiveram tarefa fácil, em tarde de oportunidades aos mais jovens, sentiram alguma dureza nas pegas.
Corrida vinda dos campos extremeños de Badajoz, do espanhol Luis Albarrán Gonzalez, escorrida de carnes, com idade e sentido, cómodos de cara e na generalidade todos muito “agarrados a tábuas”, com investidas bruscas, adiantando pitons e com intenção de colher e fugir.
Pegou o nosso primeiro, Manuel Sousa Dias, “Stefannel”, esteve calmo, tranquilo e fez tudo bem feito, o touro saiu solto mas o Manel soube aguentá-lo, reuniu com espectacularidade, por cima, e a pega foi bem ajudada por todo o grupo em todos os sectores.
O segundo touro, brindado aos grandes aficionados e seguidores do nosso Grupo, António Alfacinha e António Tirapicos (Pais) que não deixaram de nos acompanhar nesta longa distância, foi pegado à segunda tentativa pelo Jorge Malta Vacas, na primeira tentativa acusou muito nervosismo, intranquilidade que não permitiram fazer as coisas bem feitas, tentou resolver rápido, precipitado, foi derrotado…a pressa é para os ladrões e os maus toureiros! À segunda e depois de ter levado uma bofetada do touro, abriu os olhos, acalmou-se e fez as coisas como mandam as regras, mais calmo, andando com temperança, carregou no momento certo, pena que o touro já estivesse muito agarrado ao chão e teve de ser avisado para sair, aguentou bem e fechou-se perfeitamente para uma viagem rápida e segura, falhou a primeira ajuda e os segundas, muito em cima do primeira foram passados sem aviso pelo touro, devem colocar-se mais atrás permitindo controlar a trajectória do touro e assim poder ajudar, no entanto recuperaram bem e a pega foi bem fechada nas terceiras.
Fechámos a tarde com um touro mais brusco mas sem problemas de maior, um derrote seco na reunião que com temple e recuando-lhe na cara se retirava, essa era a ideia e vontade do Guga, João Pedro Oliveira, mas assim não aconteceu, nem sempre saem as coisas como queremos, ontem, foi nitidamente uma dessas tardes para o Guga, via-se a vontade e discernimento do forcado mas faltava algo, nada de preocupante, pena que tenha ficado amassado depois de quatro tentativas. Mas vai voltar ao seu nível seguramente, não é motivo de preocupação.
Foi um fim-de-semana positivo, com muito boa disposição, alguma sorte no Casino da Póvoa, azar para outros!
Devia ter-se apostado mais no 8!...resultou para o chinês!
GFAE
terça-feira, julho 12, 2011
terça-feira, julho 05, 2011
Fotos de Évora e Lisboa
Pela objectiva de Florindo Piteira as fotos de Évora (S. Pedro) e Campo Pequeno (Corrida Flash)
Lisboa, 30 de Junho
Na ressaca do S. Pedro, nada melhor do que mais um compromisso, ditou o calendário que fosse Lisboa.
Touros de Maria Guiomar Cortes Moura, mansos, sem problemas, pesados mas com mobilidade. Pegámos com os amadores de Santarém, que tiveram uma actuação perfeita por intermédio de Luis Sepúlveda, João Góis e João Brito.
No que nos correspondeu, abri a corrida, pega à primeira, bem ajudada e pessimamente rematada, não é admissível, é mesmo impensável que uma pega bem executada, mesmo as mal executadas, acabem com o forcado de cara a cair ou outro forcado por atrapalhação na saída! A saída é a parte mais fácil da pega meus senhores! O mais difícil está feito, tem de se sair em leque de frente para o touro e recuando, deixando espaço/corredor para todos recuarem, não pode haver forcados atrás uns dos outros, mãos nas costas e mais ainda, corridas, em modo fuga!, da cara do touro, é feio, não é digno do nosso Grupo e compromete uma pega, digam-me se é bonito cair de rabo depois de uma pega, por rasteira de outro forcado? Só no futebol….MAIS CALMA E ELEGÂNCIA SFF!
O segundo touro, de comportamento e lide muito semelhante, pegado à primeira pelo Manuel Rovisco Pais, pega vistosa pois o touro afocinhou e o Manuel sem se largar deu uma volta de campana ao touro. O azar bateu-lhe à porta, na reunião partiu a perna, com fractura exposta na tíbia e perónio, mesmo assim nunca se largou e quando o levaram para a enfermaria ia a rir-se e a agradecer ao público! Sem palavras….
Fechámos a corrida também com uma pega à primeira, bem ajudada, com viagem por baixo, do António Alfacinha, muito sereno e com boa reunião, terminou a nossa actuação, limpa, de Lisboa. Lesionou-se o Rui Sequeira num joelho, esperamos que sem gravidade, devido à viagem baixa do touro.
Mais uma vez podia ter-se complicado e posto em causa alguns forcados, no momento em que levavam o Rui em braços para a enfermaria largaram inexplicavelmente o touro…aceito isso a miúdos que estão a começar, não a forcados com mais de 6 anos de grupo…
Em duas corridas cometemos o mesmo erro três vezes, com resultados muito feios, mas sem consequências físicas, que não se repita.
Últimas palavras vão para o Ricardo, Manuel e Rui, não foi por acaso que se magoaram, que se recuperem rápido, bem e voltem ao activo, para os mais novos…aprendam com estes!
Touros de Maria Guiomar Cortes Moura, mansos, sem problemas, pesados mas com mobilidade. Pegámos com os amadores de Santarém, que tiveram uma actuação perfeita por intermédio de Luis Sepúlveda, João Góis e João Brito.
No que nos correspondeu, abri a corrida, pega à primeira, bem ajudada e pessimamente rematada, não é admissível, é mesmo impensável que uma pega bem executada, mesmo as mal executadas, acabem com o forcado de cara a cair ou outro forcado por atrapalhação na saída! A saída é a parte mais fácil da pega meus senhores! O mais difícil está feito, tem de se sair em leque de frente para o touro e recuando, deixando espaço/corredor para todos recuarem, não pode haver forcados atrás uns dos outros, mãos nas costas e mais ainda, corridas, em modo fuga!, da cara do touro, é feio, não é digno do nosso Grupo e compromete uma pega, digam-me se é bonito cair de rabo depois de uma pega, por rasteira de outro forcado? Só no futebol….MAIS CALMA E ELEGÂNCIA SFF!
O segundo touro, de comportamento e lide muito semelhante, pegado à primeira pelo Manuel Rovisco Pais, pega vistosa pois o touro afocinhou e o Manuel sem se largar deu uma volta de campana ao touro. O azar bateu-lhe à porta, na reunião partiu a perna, com fractura exposta na tíbia e perónio, mesmo assim nunca se largou e quando o levaram para a enfermaria ia a rir-se e a agradecer ao público! Sem palavras….
Fechámos a corrida também com uma pega à primeira, bem ajudada, com viagem por baixo, do António Alfacinha, muito sereno e com boa reunião, terminou a nossa actuação, limpa, de Lisboa. Lesionou-se o Rui Sequeira num joelho, esperamos que sem gravidade, devido à viagem baixa do touro.
Mais uma vez podia ter-se complicado e posto em causa alguns forcados, no momento em que levavam o Rui em braços para a enfermaria largaram inexplicavelmente o touro…aceito isso a miúdos que estão a começar, não a forcados com mais de 6 anos de grupo…
Em duas corridas cometemos o mesmo erro três vezes, com resultados muito feios, mas sem consequências físicas, que não se repita.
Últimas palavras vão para o Ricardo, Manuel e Rui, não foi por acaso que se magoaram, que se recuperem rápido, bem e voltem ao activo, para os mais novos…aprendam com estes!
Évora 29 de Junho (S. Pedro)
Era a nossa segunda corrida, mais uma vez em casa, desta vez cheia e pegando sozinhos, seis touros de Pégoras.
A corrida saiu mansa, pequena, mal apresentada, mistura de novilhos e cinqueños, impedindo o êxito à maioria dos seis cavaleiros.
Da nossa parte, tínhamos a estratégia definida, estar muito correctos em frente aos touros, no que respeita aos forcados de caras e ajudar sem hesitações, fraquezas ou obstáculos todos os seis touros, sem perder a concentração até ao último touro.
Abrir uma corrida de seis touros é sempre difícil como tal optámos por faze-lo com um forcado experiente, Ricardo Casas Novas, perante um touro diminuído, coxo da mão esquerda, o Ricardo esteve perfeito, desde o cite, mais rápido que o normal para ocultar a deficiência do touro até ao final da pega, superiormente ajudada por todo o Grupo, passando pela reunião, perfeita, grande momento e bonita pega à primeira tentativa, pena que tenha resultado numa fractura de rótula do Ricardo.
A função começava bem…
O segundo touro, mais colaborador, foi pegado, também à primeira e muito bem pelo jovem José Miguel Martins, mostrou-se mais plazeado, elegante no cite, sem pressas e reuniu na perfeição, pega vistosa, sempre por cima, tal como a do Ricardo e a maioria aliás, característica acentuada nos touros Pégoras, reuniões duras e viagens por cima.
Mais uma vez o Grupo não deu um passo ao lado e ajudaram perfeitamente, sem quedas ou atropelos.
O terceiro, touro cinqueño, revelou-se o melhor, colaborador, bravo e sem maldade, justo de forças, foi pegado também por outro jovem forcado, merecedor deste reconhecimento por mérito próprio. O Sali, Gonçalo Maria Guerreiro esteve calmo no cite, sem pressas fazendo tudo bem feito, menos bem esteve na reunião, descompôs ligeiramente o touro o que fez que com que este o colhesse nas canelas, o Sali não obstante esta situação, agarrou-se muito bem e não mais saiu, pega concretizada à primeira, com menos brilho que as duas primeiras mas não com menos eficácia.
A primeira parte estava fechada.
Para o início da segunda parte estava reservado um dos momentos altos da noite, a pega de cernelha a um perdido de manso e perigoso Pégoras, os eleitos, Diogo Cabral, em noite de despedida e Gonçalo Pires, que devo realçar, rabejou todos os 9 touros que pegámos em 48h, grande prestação deste forcado!
Voltando à cernelha, tal como se previa o touro nunca encabrestou, como tal a parelha faz-lhe uma primeira entrada, totalmente destapados e resultou um colhida violenta e demorada ao Diogo, o touro só queria Diogo e vivemos um momento de grande apuro e maior espectacularidade, não passou de um susto, que em nada afectou o Diogo, levantou-se, sacudiu o pó e voltou a entrar destapado ao manso, desta feita para o pegar, praça de pé, volta merecidíssima para ambos.
É com pena que vejo o Diogo deixar activamente o Grupo, foi sempre uma enorme mais-valia e um exemplo para todos, a vida é um circulo e este fechou-se para o Diogo, um bem haja pela dedicação e entrega!
O quinto touro e uma vez que estava tudo a correr de feição foi pegado por um forcado com experiência e muitos anos, não a pegar mas a ajudar, Cláudio Carujo, pega mais que merecida por tudo o que tem feito no Grupo, não esteve bem no cite e reunião, notou-se a falta de rodagem nestas funções e na primeira tentativa saiu logo na reunião, excelente na segunda tentativa onde se agarrou com alma, unhas e dentes para ficar no touro, pega muito vistosa e espectacular, basta afinar o cite e reuniões e temos forcado de caras!
Os ajudas começaram a aliviar, não podemos, muitos caídos e algumas liberdades ao touro, não pode acontecer…
O último touro, o pior da noite, violento e brusco, foi pegado pelo jovem mas já experiente forcado João Pedro Oliveira, Guga, primeira tentativa imponente, de livro, tudo bem feito, faltaram ajudas…não consigo entender como depois de se ajudar bem 5 touros se pode falhar num…
Na segunda tentativa o Guga foi afogado pelo primeira ajuda.
José Vacas, quando se pede para ir mais acima numa pega não significa colar-se ao forcado de cara ou se isso acontecer, o ajuda tem de acompanhar o movimento do mesmo, é ele que manda, não pode ser um obstáculo ao movimento, um touro tem sempre mais força que dois homens, logo o ajuda tem de recuar com o cara para se acoplarem ao touro, não deixaste o Guga recuar e por isso nem sequer reuniu.
Ajudar não significa força, tem se pensar em como ajudar e tentar não comprometer a reunião.
Na terceira tentativa houve precipitação do Guga, a partir da terceira a pega já não brilho e é para resolver, o touro tem de estar virado e o grupo/forcado aparecer-lhe à orelha, ligeiramente em diagonal, para o surpreender e este ao desenrolar apanhar o forcado sem violência, já não se pode ir de frente ao touro, citando de largo e mostrando-se ao touro, sabendo que este só quer colher e fazer mal.
Foi pegado à quarta, sem brilho, mas com muita moral do Guga, que nunca se deu por vencido e teve muito valor, pisando terrenos de compromisso e de colhida certa. Parabéns pela galhardia.
Podia ter sido um êxito de recordação, não foi, há erros a corrigir, sobretudo no sector das ajudas e nas saídas dos touros, muito comprometedoras, atabalhoadas e continua a haver muitas quedas desnecessárias a ajudar…não pode ser!
No entanto o saldo é positivo, precisamos de mais destas para afinar a orquestra.
A corrida saiu mansa, pequena, mal apresentada, mistura de novilhos e cinqueños, impedindo o êxito à maioria dos seis cavaleiros.
Da nossa parte, tínhamos a estratégia definida, estar muito correctos em frente aos touros, no que respeita aos forcados de caras e ajudar sem hesitações, fraquezas ou obstáculos todos os seis touros, sem perder a concentração até ao último touro.
Abrir uma corrida de seis touros é sempre difícil como tal optámos por faze-lo com um forcado experiente, Ricardo Casas Novas, perante um touro diminuído, coxo da mão esquerda, o Ricardo esteve perfeito, desde o cite, mais rápido que o normal para ocultar a deficiência do touro até ao final da pega, superiormente ajudada por todo o Grupo, passando pela reunião, perfeita, grande momento e bonita pega à primeira tentativa, pena que tenha resultado numa fractura de rótula do Ricardo.
A função começava bem…
O segundo touro, mais colaborador, foi pegado, também à primeira e muito bem pelo jovem José Miguel Martins, mostrou-se mais plazeado, elegante no cite, sem pressas e reuniu na perfeição, pega vistosa, sempre por cima, tal como a do Ricardo e a maioria aliás, característica acentuada nos touros Pégoras, reuniões duras e viagens por cima.
Mais uma vez o Grupo não deu um passo ao lado e ajudaram perfeitamente, sem quedas ou atropelos.
O terceiro, touro cinqueño, revelou-se o melhor, colaborador, bravo e sem maldade, justo de forças, foi pegado também por outro jovem forcado, merecedor deste reconhecimento por mérito próprio. O Sali, Gonçalo Maria Guerreiro esteve calmo no cite, sem pressas fazendo tudo bem feito, menos bem esteve na reunião, descompôs ligeiramente o touro o que fez que com que este o colhesse nas canelas, o Sali não obstante esta situação, agarrou-se muito bem e não mais saiu, pega concretizada à primeira, com menos brilho que as duas primeiras mas não com menos eficácia.
A primeira parte estava fechada.
Para o início da segunda parte estava reservado um dos momentos altos da noite, a pega de cernelha a um perdido de manso e perigoso Pégoras, os eleitos, Diogo Cabral, em noite de despedida e Gonçalo Pires, que devo realçar, rabejou todos os 9 touros que pegámos em 48h, grande prestação deste forcado!
Voltando à cernelha, tal como se previa o touro nunca encabrestou, como tal a parelha faz-lhe uma primeira entrada, totalmente destapados e resultou um colhida violenta e demorada ao Diogo, o touro só queria Diogo e vivemos um momento de grande apuro e maior espectacularidade, não passou de um susto, que em nada afectou o Diogo, levantou-se, sacudiu o pó e voltou a entrar destapado ao manso, desta feita para o pegar, praça de pé, volta merecidíssima para ambos.
É com pena que vejo o Diogo deixar activamente o Grupo, foi sempre uma enorme mais-valia e um exemplo para todos, a vida é um circulo e este fechou-se para o Diogo, um bem haja pela dedicação e entrega!
O quinto touro e uma vez que estava tudo a correr de feição foi pegado por um forcado com experiência e muitos anos, não a pegar mas a ajudar, Cláudio Carujo, pega mais que merecida por tudo o que tem feito no Grupo, não esteve bem no cite e reunião, notou-se a falta de rodagem nestas funções e na primeira tentativa saiu logo na reunião, excelente na segunda tentativa onde se agarrou com alma, unhas e dentes para ficar no touro, pega muito vistosa e espectacular, basta afinar o cite e reuniões e temos forcado de caras!
Os ajudas começaram a aliviar, não podemos, muitos caídos e algumas liberdades ao touro, não pode acontecer…
O último touro, o pior da noite, violento e brusco, foi pegado pelo jovem mas já experiente forcado João Pedro Oliveira, Guga, primeira tentativa imponente, de livro, tudo bem feito, faltaram ajudas…não consigo entender como depois de se ajudar bem 5 touros se pode falhar num…
Na segunda tentativa o Guga foi afogado pelo primeira ajuda.
José Vacas, quando se pede para ir mais acima numa pega não significa colar-se ao forcado de cara ou se isso acontecer, o ajuda tem de acompanhar o movimento do mesmo, é ele que manda, não pode ser um obstáculo ao movimento, um touro tem sempre mais força que dois homens, logo o ajuda tem de recuar com o cara para se acoplarem ao touro, não deixaste o Guga recuar e por isso nem sequer reuniu.
Ajudar não significa força, tem se pensar em como ajudar e tentar não comprometer a reunião.
Na terceira tentativa houve precipitação do Guga, a partir da terceira a pega já não brilho e é para resolver, o touro tem de estar virado e o grupo/forcado aparecer-lhe à orelha, ligeiramente em diagonal, para o surpreender e este ao desenrolar apanhar o forcado sem violência, já não se pode ir de frente ao touro, citando de largo e mostrando-se ao touro, sabendo que este só quer colher e fazer mal.
Foi pegado à quarta, sem brilho, mas com muita moral do Guga, que nunca se deu por vencido e teve muito valor, pisando terrenos de compromisso e de colhida certa. Parabéns pela galhardia.
Podia ter sido um êxito de recordação, não foi, há erros a corrigir, sobretudo no sector das ajudas e nas saídas dos touros, muito comprometedoras, atabalhoadas e continua a haver muitas quedas desnecessárias a ajudar…não pode ser!
No entanto o saldo é positivo, precisamos de mais destas para afinar a orquestra.
sexta-feira, julho 01, 2011
Forcados Lesionados
Em 24h, duas corridas de touros, 9 touros pegados, 6 touros à primeira tentativa, dois touros à segunda tentativa e um à quarta tentativa podemos informar que a prova foi superada com distinção.
Lamentamos as lesões do Ricardo Casas Novas (fractura de rótula), Rui Sequeira (luxação no joelho) e Manuel Rovisco Pais (fractura de tíbia e perónio), este com intervenção cirúrgica no Hospital de Santa Maria, em lisboa.
O Grupo agradece todas as mensagens de apoio, sms, telefonemas, posts e demonstrações de afecto. Assim a recuperação será menos dolorosa e seguramente mais rápida.
O nosso obrigado,
GFAE
Lamentamos as lesões do Ricardo Casas Novas (fractura de rótula), Rui Sequeira (luxação no joelho) e Manuel Rovisco Pais (fractura de tíbia e perónio), este com intervenção cirúrgica no Hospital de Santa Maria, em lisboa.
O Grupo agradece todas as mensagens de apoio, sms, telefonemas, posts e demonstrações de afecto. Assim a recuperação será menos dolorosa e seguramente mais rápida.
O nosso obrigado,
GFAE
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